Sentado na frente de uma máquina,
Estudando coisas que não se pode controlar.
Minha mente ameaça começar a gelar,
Enquanto meu amigo escreve mais uma página
De uma história de amor.
Um livro que nunca será finito,
Mas que será um marco por propor
Ao mundo dizer o que nunca é dito.
Dizer a um amigo que você o ama
Não dói a ninguém, muito menos a mim,
Que amo um brother com fama de ruim,
Mas que no fundo de ruim é só a fama.
Crescer, e vencer a distância que faz bem.
Nadar, e mudar uma infância de reis.
Contar, e cantar sob vigilância de uma lua.
Correr, e morrer na inconstância desse mundo.
Quem sabe um dia se lembrarão
Daqueles que deixaram de passar
Pelo mundo sem dizer que amarão
Um amigo até que se possa jurar:
Eu te amo, meu velho!
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