Quando presto atenção em um piscar de olhos,
De um velho turrão, de uma criança inocente,
De quem quer que seja...
Quando, mesmo sendo eu imperfeito, observo
Os movimentos mais primitivos de um ser humano...
Quando vejo o erguer de um braço e de um dedo,
Sinto que algo em mim chora, inexplicavelmente.
Já em mim, o único movimento que consigo sentir
É o bater do coração.
Se esse é o meu Deus, serei sempre uma capelinha
No alto de um morro.
para as belezas pequenas todo o meu amor
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